Reportagem SAD da AFID

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Adriana Santos tem 94 anos, um sorriso arrebatador e é uma das 139 pessoas que são apoiadas pelo Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) da nossa e vossa Fundação AFID Diferença. A ligação começou há cerca de dois anos.

“A minha mãe partiu o colo do fémur. E quem nos falou da AFID, foram os médicos do Hospital Curry Cabral, onde ela esteve internada. Posteriormente, numa conversa familiar, a minha nora lembrou-se que tinha dado uma formação na vossa instituição.  A partir daí, e como tínhamos boas referências, falámos com as pessoas responsáveis e a minha mãe começou a usufruir dos serviços do SAD”, detalha Eduarda Sabino, filha da dona Adriana, que enumera as mais-valias da ajuda recebida.

“Tem sido ótimo. Tratam da higiene diária, cuidados com a diabetes da minha mãe, cortam as unhas dela. Algumas coisas que desconhecia e ajuda-me imenso. Tinha algumas dificuldades em fazer a higiene à minha mãe. A equipa é constituída por pessoas amorosas e muito atenciosas. Está a correr tudo muito bem. Ela sente-se à vontade, tem o espaço dela”.

“Foi quase um ano e meio a tomar conta dela sozinha e já não tinha tempo para nada. É bom para ela porque fala e convive com outras pessoas, abordando outros assuntos. Acorda às 9 da manhã, a equipa do SAD ajuda-a a levantar-se da cama, dão-lhe banho, levam-na a tomar o pequeno almoço, arranjam a cama, estendem a roupa”, acrescenta a filha.

Além de usufruir do apoio da equipa técnica do SAD, a nossa cliente também frequenta a Unidade de Neuroestimulação (UNE). O dia-a-dia da dona Adriana é preenchido.

“Cada vez que ela vem da AFID, traz novidades. Faz ginástica, pinta, tem aulas de música, frequenta os passeios e faz bolos. Há sempre uma história e fala mais, antes não era assim. Acordava e depois só dormia. No edifício Geração, como tem atividades, socializa, é estimulada e interage com outras pessoas”, explica a filha.

“Gosto de estar na AFID. De fazer várias coisas, os bolinhos”, enumera, entusiástica, a Dona Adriana.

“A relação é cinco estrelas e de plena confiança com a equipa do SAD. Creio que é uma ajuda imprescindível, considerando as limitações que a minha sogra tem e considerando que a minha mulher já estava a ficar sobrecarregada, é uma grande ajuda. E temos um tempinho para nós”, observa Herlander Sabino, genro da nossa cliente.

“A ligação à AFID é de amor, muita proximidade e interajuda. É imprescindível o papel que desempenham, não só para a pessoa como para a própria família. Acho que as pessoas estão sempre melhor em casa. O mais importante no apoio domiciliário é que as pessoas se sintam confortáveis no seu lar, há 18 anos que ela vive comigo. Está no seu ambiente, com as suas coisas”, finaliza Eduarda Sabino.

“É uma senhora que colabora, mesmo nos dias em que as pernas não querem ajudar muito. Não gosta de acordar cedo, mas há dias em que é mesmo preciso. É meiguinha, gosta dos miminhos que lhe damos”, afirma a auxiliar de ação direta do SAD, Rosário Martins.

“Somos acarinhados, damos, mas também recebemos. Cria-se um afeto”, observa, por sua vez, Lúcia Sanches, que também faz parte da equipa do SAD.

“Amar é um cuidar que se ganha…”. E Luís de Camões tem razão. Todos os dias, é com esta premissa que a equipa do SAD norteia o trabalho que desenvolve.

Texto da autoria de: Leonel Lopes Gomes

Atualizado em 22-Fev-2019 | Partilhar:

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